domingo, 14 de abril de 2013

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BANCOS NO BRASIl: INSEGURANÇA E LUCRATIVIDADE


Que nós nos preocupemos pela escalada da bandidagem que trem grassado por estas bandas de cá e de lá, é compreensível e, salutar até, para que nos acautelemos quando formos fazer uso dos serviços bancários nas agências. Agora; ficarmos surpresos e pasmados, aí não...

E digo o porquê: atente-se, que o setor bancário foi o segmento que mais teve lucro no ano passado. Estratosférico, pode-se afirmar. Dentre os bancos, o do Brasil, foi o que mais rendimentos teve.

Compreensível, as taxas bancárias e juros escorchantes são um assalto à mão armada. Uma obscenidade em se tratando de juros quando é você que tem que pagar a instituição, quando a situação é inversa, parece piada manjada do Tiririca.
Obscenidade também pode ser classificado os serviços prestados. As intermináveis e famigeradas filas são um exercício à paciência que põem à prova qualquer um.

Não raro é encontrar um funcionário com cara de poucos amigos e que responde em monossílabo quando vai-se solicitar alguma informação ou ajuda com aquelas complicadas máquinas de caixas expresso. Expresso como, se são funções das mais variadas tanto quanto inúteis?

Uma instituição que aufere lucros tão absurdos e paga subsalários ao seu funcionalismo, pouco se importa com o contentamento de seus “frequeses”, ainda que as caras e belas propagandas do horário nobre denotem o contrário. 
A segurança prestada aos clientes destas, é uma temeridade. Revestindo-se tão somente a portas giratórias que somente impedem ao cidadão de bem e nunca a bandidagem, que dificilmente vai usá-la, quando da ação delituosa.

Os seguranças terceirizados, coitados... munidos somente com os velhos “trezoitão” parecem mais menino de baladeira contra um canhão americano na iminente guerra da Coréia... uma piada.

O interessante, é que querem e exigem uma pronta ação da polícia no combate aos assaltos. Sim, claro, é patrimônio alheio e, em sendo, lá deve estar a força policial para resguardá-lo. Entrementes, por serem instituições “multimilionárias”, dever-se-ia elas primarem pela segurança própria, ou, efetuarem uma contrapartida pecuniária às polícias para custeio de combustíveis, armamentos, munições e possível amparo previdenciário aos familiares dos policiais que tombassem ou fossem feridos em ação de combate a assaltantes de bancos.

Talvez questionar-se ia e, se diria: besteira. A segurança deve ser linear e na mesma medida; tanto do favelado ou morador de rua, como quanto aos banqueiros sanguessugas. Sim, verdade. Todavia, na prática isso não ocorre. Quantas vezes você não viu uma composição da PM defronte a uma agência bancária patrulhando, enquanto nossas casas e ruas ficam desguarnecidas?

Não se apavorem pela destruição da agência da vizinha e bela Jijoca, saiba que todos nós que usuários somos deste banco, já pagamos a conta, com juros e dividendos; preventivamente, acredite...



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